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Bem caros amigos estamos com mais um Crítica Atômico e com esse quinto longa da Marvel Studios, Capitão América - O Primeiro Vingador é a última produção da empresa antes do bombástico Os Vingadores.

Aos olhos de fã, a iniciativa era ótima, mas quando analisada em retrospecto, fica claro que a Marvel começou a pesar a mão nessa amarração em detrimento da narrativa isolada. O que começou como inserções divertidas ao final dos filmes, recompensas aos leitores de longa data, acabou tomando o palco principal - o que só agrada totalmente a quem entende o cinema como plataforma de franquias.
Com todas as peças no tabuleiro para apresentar o filme de 2012, só faltava introduzir o rei, o primeiro super-herói da Marvel. E a ambientação na Segunda Guerra Mundial de Capitão América - O Primeiro Vingador dá ao filme uma liberdade  imensa.


O bando de Lobos está de volta Manolada! E agora mais loucos do que nunca, será mesmo? Bem desde que anunciaram que iriam fazer a continuação de Se Beber Não Case! (The Hangover, 2009) Eu criei enormes expectativas sobre o segundo filme, e fiquei a cada notícia, a cada Spoiler, a cada foto ficando cada vez mais ansioso para ver o filme, até ele estreiar e eu ver o filme, bem...
Fala galera ligado nos Jovens Atômicos, hoje eu venho fazar a crítica de Thor. A superior Marvel Studios continua no filme de Thor (2011) a iniciação (digamos assim) de seu universo adaptado das histórias em quadrinhos para as telonas. O grande diferencial do filme do Deus do Trovão, porém, em tempos em que se procura um suposto "realismo" nas histórias (e que Batman - O Cavaleiro das Trevas é lei) de super-heróis para os cinemas, é mais uma aposta em uma aventura das mais fantásticas. Que começa a trazer a essa parte da mídia alguns dos conceitos mais complexos e imaginativos do Universo Marvel. Até Thor, as produções controladas pela Marvel nos cinemas, os dois Homem de Ferro e O Incrivel Hulk, se conceituaram à aventuras embasadas na ciência. Agora, essa ciência ganha contornos muito mais fantásticos que Raios Gama e Geradores de Eletricidade Nuclear. O público começa a ser apresentado ao outro lado do Universo Marvel, em que a magia é lei e outros planos vão aparecendo. Em Thor somos apresentados aos asgardianos, seres imortais de outra dimensão, que, ao revelarem-se aos vikings, foram confundidos com Deuses, iniciando a mitologia nórdica. Thor (Chris Hemsworth) é um príncipe/fodão desse povo, um jovem rebelde e burro, cujas ações desencadeiam uma nova guerra contra os Gigantes do Gelo (ou seja, ele só faz merda!), liderados pelo Rei Laufey (Colm Feore). Banido para a Terra pelo seu pai, Odin (Anthony Hopkins), ele precisa aprender lições de humildade (como sempre!) se quiser tornar-se digno de erguer novamente sua arma, o martelo Mjolnir, e com ele seu poder fodástico. Toda a cidade de Asgard, a morada dos asgardianos, é super incrível, assim como a cultura construída desse povo. Figurinos, o design da cidade, a iluminação e as cores, é tudo impressionante - especialmente para quem cresceu lendo as aventuras do Deus do Trovão nas histórias em quadrinhos (o que não é o meu caso). Asgard nunca foi tão bem retratada no papel ou fora dele, é igual inimáginavel, parbéns aos caras que pensaram e realizaram Asgard. A escolha de Mr. Hopkins como o "Pai de Todos", Odin, é igualmente certa. O ator dá enorme atuação com aquele puta tom de nobreza (sem ser rude) ao personagem. Hemsworth, por sua vez, não é nem lá nem cá (seu peso é outro, em peitoral sarado e cara bonita). É Tom Hiddleston, o Loki, quem tem qualidade para segurar-se ao lado do oscarizado veterano. Divide com Hopkins as melhores cenas do filme. Branagh também aproveita a natureza épica do roteiro para criar batalhas emocionantes, à altura das maiores aventuras do personagem nas páginas dos quadrinhos. O embate de Thor com o Destruidor, por exemplo, é um dos mais empolgantes e mais picas das batalhas já mostrados em filmes da Marvel e filmes de super herói. Os problemas de Thor começam quando a história, sai de Asgard para à Terra. A necessidade de tornar a trama mais "engraçadinha e moral" ao grande público obriga o roteiro a colocar relacionamentos e situações mais próximas da realidade do espectador(Para os estúpidos não estranharem a porra do filme). Entra em cena então o trio terrestre formado por Natalie Portman (Jane Foster), Stellan Skarsgård (Dr. Selvig) e Kat Dennings (Darcy, com aquela forçada de comédia no filme), que servem como base de Thor em nosso mundo terreno. É fato que Natalie Portman é adorável... mas que uma noite de conversa fiada ao lado da fogueira (sempre a fogueira) baste para que Thor se apaixone e torne-se um protetor jurado de nosso planeta(tipo o Capitão Planeta, quem se lembra sabe), à serviço de suas forças governamentais(resumindo os EUA), é mais difícil de engolir do que um mundo povoado por vikings imortais. É um vício de roteiro difícil de tirar da cabeça, por mais que o lado fã fale mais alto e vibre a cada referência - do outdoor de "Journey Into Mistery" à participação de Jeremy Renner como Gavião Arqueiro, passando pela opção a Bruce Banner e a cena pós-créditos que deixa tudo pronto para o filme dos Vingadores. Igualmente estranha é a opção do Diretor de filmar quase tudo no "ângulo holandês". Em linguagem cinematográfica, a inclinação da linha do horizonte é usada para causar desequilibrio e sensação de deslocamento. Mas quando o recurso é usado em excesso, o resultado em certos momentos parece filme do Didi. Essa estética, combinada ao 3D, que não faz nada de mais e é só pra tirar o seu dinheiro, tira muito do mérito de Thor. De maneira qualquer, por mostrar nas telas os limites do Universo Marvel para além da ciência, por deixar de lado o ultra-realismo e manter a diversão como foco e por abrir caminho para outras ideias (novamente, fique até o final dos créditos), assistir a Thor é quase que obrigatório aos Fanboys de quadrinhos aos fãs de filmes de super heróis em geral.
Fala ai Galera, vim hoje postar a minha humilde crítica com mais um Crítica Atômica e vou criticar o filme Eu Sou o Número Quatro. Bem quando eu vi o trailer desse filme eu não levei muita fé (kkk) mas mesmo assim era uma aposta e um dos filmes mais aguardados de 2011 (Ficando atrás de filmes de heróis, Se beber nã Case 2, Harry Potter...). Então eu decidi fazer uma forcinha e ir para o cinema perto da minha casa, o Cine 10 Sulacap. Quando eu vou para o cinema eu geralmente vou sozinho (Por que quando eu vou fazer uma crítica eu odeio gente me perturbando) mas muitas vezes eu vou com a galera e ás vezes com maus irmãos. Nesse dia eu estava com uma puta dor de cabeça, ai pensei que a dor de cabeça iria influenciar na crítica mas no momento em que eu entrei, me sentei e comi a pipoca e bebi meu refri a dor de cabeça passou (desconfio de que seria fome). Os trailers vieram e blá blá blá, ai veio o filme. A história começa com o Número Quatro (Alex Pettyfer) do título se divertindo em uma ensolarada praia da Flórida. Quando está a ponto de se dar bem com uma menina local, sua perna começa a queimar, emitindo raios de luz. E naquele momento ele recebe um recado: o número Três está morto e ele é o próximo. O jovem é, na verdade, um lorieno, ex-habitante do planeta Lorien, que foi destruído pelos mogadorianos, seres que agora estão na Terra atrás dos 10 escolhidos - jovens herdeiros de poderes especiais que, quando reunidos, poderão derrotar os seus inimigos e salvar seu novo lar, a Terra. O projeto deveria ser o tipo um projeto "alternativo" de Michael Bay após os dois Transformers (O um até que é legal mas o dois é um lixo!), mas o estúdio o capturou para uma terceira película. Assim o filme caiu na mão de D.J. Caruso (Paranóia, Controle Absoluto), que colocou o que lhe interessava mais no roteiro original, alinhou a história a seu modo junto com os roteiristas Alfred Gough, Miles Millar (Homem-Aranha 2) e pegou uma manhas de malandro com o próprio Bay (produtor desse filme) para transformar o filme teen em uma boa ficção científica de aventura com fotografia do experiente Guillermo Navarro (O Labirinto do Fauno). A primeira parte termina com Quatro, agora como John Smith, e seu guardião (Timothy Olyphant), aprendam uma coisa meus jovens Padauams nesses filmes místicos ou de poderes sempre tem um guardião que te proteje e te treina pra você ficar fodão e lutar com o chefão no final, se mudando para Paradise, Ohio. A vida nômade em pequenas cidades serve para se esconder dos mogadorianos. Mas John, como qualquer adolescente, precisa abrir as asas e voar e vai para a escola, onde obviamente não passa despercebido. Lá ele faz amizade com Sam (Callan McAullife) e manda uns gratinos para a Sarah (Dianna Agron) (Quem vê Legendários sabe do que eu to falando!), enquanto tenta se livrar do bullying (Sempre o bullyng) do quarterback do time local (Jake Abel). Enfim, o típico cenário das High School (Não Musical!) estadunidenses. É neste ponto que ele começa a descobrir os seus poderes reais, e dominá-los é o desafio do filme. Apesar do final muito bom, cheio de bons efeitos especiais, lutas e monstros alienígenas (Que sempre tem que ter), Eu Sou o Número Quatro não é um filme basicamente de ação. Não é também uma aventura adolescente como essas que vemos hoje, pois apesar de ter um romântismo na tela, ele não é o que move à trama, afastando assim qualquer comparação que os jovens tem com essa merda de Crepúsculo. O filme é, sim, uma iniciação para algo maior nesta batalha entre lorienos e morgadorianos, mas ao contrário de outras tentativas de se iniciar franquias na marra, Número Quatro foi feito de forma para ser único, sem ficar olhando apenas para frente. E ao se concentrar apenas na história que estava contando, D.J. Caruso acaba aumentando a chance da história ter uma continuidade. Com o filme leva um 8.5 com louvor, é uma boa pedida para o fim de semanae vocês não vão se arrepender, até mais uma Crítica Atômica (Sabe-se lá quando) e valeu meus fiéis leitores (Me senti o Papa agora!).
Olá galera eu venho aqui escrever a crítica de Scott Pilgrim contra o mundo(Scott Pilgrim vs. the world) bem sinceramente eu estava super ansioso por esse filme, pois era um dos filmes mais aguardados do ano. Mas fiquei com receio pois geralmente quando eu quero muito ver um filme ele me decepciona, mas fazer o quê, bem muitos vão estranhar a crítica agora mas o motivo é que eu moro no Rio e Scott só saiu em Sampa mas eis que veio o Natal e recebi esse presente para o Rio de Janeiro(e que presente!). Scott Pilgrim é um filme basicamente para nerd, geeks, otakos, e pessoas que nasceram nos anos 80 e 90 pois ele é bem estilo game de 8bits. E a história é uma história de amor entre Scott Pilgrim(Michael Cera) e Ramona Flowers(Mary Elisabeth Winstead) mas para Scott namorar Ramona ele tem que derrotar os 7 ex-namorados do mal de Ramona. O filme é Pop(POP ao EXTREMO) cheio de efeitos de game de 8bits(como o simbolo da Universal logo no inicio) e Rock Indie, pelos efeitos do filme ele é show, história também ela pega tanto adultos quanto jovens é divertida e tem piadas bem boladas, além de ter o irmão mais novo de Macauly Culckin, Kieran Culckin que faz o amigo gay de Scott, quando ele aparece rouba a cena muito divertido. Além de muitas outras coisas fantásticas que o diretor Edgar Wright fez. Scott Pilgrim leva um 10 com louvor assim como sua HQ de Bryan Lee O`Mayle, é um imperdivel programa de cinema se você quiser e não vai se arrepender(palavra de crítico), Scott Pilgrim Rules! Não percam hein, fui.
Bem galera primeiramente me perdoe pelo atraso das criticas pois eu estou sem internet e estou se virando nos 30 pra conseguir entrar no blog. Bem ha alguns meses atrás eu recebi por e-mail o trailer de Tron - O legado, eu particularmente achei muito incrivel e fiquei cheio de expectativa pois o flme só estreava em dezembro, mandei o mesmo trailer pra vários amigos meus que tamém adoraram e fiquei fascinado por Tron. Aí eu descobri que Tron - O legado é uma continuação de Tron - Uma odisséia eletrônica (1982) e que esse filme foi um marco pra industria cinematográfica pois foi o primeiro filme totalmente em computador, utilizando a recém novidade do recurso CGI. Na época todos nerds e pessoas fãs de ficcção assistiram Tron, e eu em 2010 não poderia deixar de assistir, foi trabalhoso mas baixei o filme e vi, muito legal cara, para a época é Uau! Mas hoje em dia quem ver vai achar tosco, e a maioria das pessoas viu Tron por causa dos efeitos especiais e não entendeu quase nada da história, que é muito complexa por sinal. Pois bem os anos se passaram e veio Tron 2 Pra alegria dos nerds e dos pais de plantão. Eu fui ver na estréia e em 3D, e é muito bom, muito bom MESMO! o filme é uma continuação digna do filme de Steven Lisberger (e ele foi o produtor executivo desse), bem vamos ao resumo, a história é de Sam Flynn, filho de Kevin Flynn (O sempre incrivel Jeff Bridges), depois do desaparecimento de seu pai Sam leva uma via de exageros sendo o herdeiro majoritário da ENCOM (empresa de seu pai, vejam o primeiro filme para entenderem o segundo!) que é fabricante de jogos e de sistemas operacionais, até que o amigo de Sam, Allan (que tambem é amigo de seu pai e também é o mesmo ator do primeiro filme e faz o Tron, a galera tá dificil de explicar vejam o primeiro filme!) ele recebe uma mensagem do seu pai pelo pager no fliperama dele (vejam o primeiro filme!) e Sa vaio até lá para procurar seu pai até que pelo raio de suspensão de matéria é levado a grade, onde todos os programas estão( Os programas são representados por pessoas), ele degladia em jogos mortais e enfrenta o antigo programa de seu pai Clu( que é a versão de Jeff Bridges novinho) e Clu tomou conta da grade(o Computador Geral) cabe a Sam, Kevin, e Quorra (a gata cibernética que o Sam não pega) derrotar Clu e voltar para casa. Bem o filme é show de bola como eu disse, vale a pena cada centavo, cheio de efeitos especiais e visuais incriveis e uma história complexa mas entendida no final, Tron - O legado é uma grande pedida das férias, não percam, e o que eu achei mais legal no filme foi que eles fizeram Jeff Bridges novinho usando o CGI, ou seja, se vocês repararem no começo do filme aparece o Jeff mais novo mas ele é de computador, totalmente digital, mas chega tão perto do real que ao longo do filme até esquece que ele é digital, acha que realmente é ua pessoa ali. Além de outras coisas sensacionais e da mensagem do final do filme(que todo filme da Disney tem que ter), e a cena pós créditos. Bem Tron - O legado só peca em uma coisa o 3D pois para mim o filme não tem muitas coisas em evidência como deveria ter só a sensação de profundidade e algumas coisinhas que saltam da tela, não gastem dinheiro para ver Tron 2 em 3D vejam em 2D mesmo, pois mesmo assim vale a pena. Ah aviso aos navegantes se vocês quiserem entender mesmo Tron 2 sugiro que vejam o primeiro, e eu tenho ele em DVD lá em casa( na minha mão o DVD é mais barato hein!) e entendam a história pois se não vão ser iguais aos meus irmãos mais novos que viram o filme só por causa da ação e dos efeitos, ele leva um 9 com louvor e é muito bom, assistam Tron - O legado. Fui-me, abração.
Olá amigos atômicos,eu vim hoje fazer a crítica sobre o filme A rede social, bem logo no começo você sente como é o filme, Mark Zuckerberg (Jesse Einsenberg, ótima revelação como ator.) ele explica sobre os gênios, Harvard e tudo mais para a sua namorada, logo depois seguido de um "fora" e ele fica como... A trilha sonora executada como extensão do conturbado fluxo de consciência de Zuckerberg é uma das ferramentas de que o diretor David Fincher dispõe para manter o espectador conectado à sua grande história oral da criação do Facebook. Isso fica claro no instante seguinte, a saída do pub, os créditos do filme. Há um clima de urgência se instalando em A Rede Social, como se Mark Zuckerberg corresse ao dormitório por predestinação.O nerd não é um "cara popular", de qualquer forma,tem à mão a Internet, o seu fluxo de consciência logo vira uma série de posts rancorosos . Para se vingar das mulheres, Zuckerberg hackeia do seu quarto em Harvard algumas redes de faculdades e cria um site que ranqueia fotos de universitárias. Começa a nascer aí a ideia da rede social que o tornou bilionário. A Rede Social, então, funciona em dois níveis. O primeiro é o mundo como o narrador Zuckerberg vê, um mundo chato e sem interesse. O segundo nível, em oposição, é o mundo de fato - que em seu movimento inerte não se deixa alterar pelos atos de Zuckerberg, ao contrário do que o nosso anti-herói, na sua mania de grandeza, gosta de pensar. Perguntas como "tenho sua atenção?" e "você está ouvindo o que estou dizendo?" surgem um monte de vezes. No fim das contas, o Facebook trate de conectividade, David Fincher está fazendo um filme sobre a vida em si.E tudo acompanhado pela trilha sonora que complementa tudo à volta. Em A Rede Social, Zuckerberg, desde aquela primeira cena no bar, enxerga segundas intenções em tudo. O Mark Zuckerberg da realidade tem todo o direito de reclamar do seu retrato no filme, que afinal é simplificado para se encaixar num certo perfil.E como esse crítico vê o filme e sua essência dou um 8.5 para A rede social uma boa pedida para os interessados em Internet e para quem convive com ela nesse nosso dia-a-dia, só não levou 10 por um motivo não colocaram um barsileiro realmente para fazer o papel do amigo de Zuckerberg e sim um americanozinho mas fazer o quê né?
Olá galera nós voltamos com o blog graças a dios e vamos voltar com essa sexta em grande estilo com a crítica atômica de Megamente, mais um filme da Dreamworks (que se supera a cada filme). Quinta feira eu num tinha nada pra fazer, entrei no site do cine 10(sulacap) e vi que megamente estava em cartaz, pensei: - Não tenho nada a perder mesmo, vou ver megamente em 3D. Fui... e não me decepcionei. A história é a seguinte, Megamente, a meu ver, é uma história que copia a história do Super-Homem, só que o verdadeiro super-homem é o herói MetroMan e o Megamente é o seu antagonista o vilão. Mas Megamente é um vilão super atrapalhado e nunca conseguia vencer Metroman. Mas um não vivia sem o outro, quando Metroman decidiu desistir de ser super-herói e seguir carreira musical( isso mesmo!) Megamente decide criar um herói para ele combater mas o herói criado por Megamente vira um super vilão e cabe a Megamente salvar a cidade de Metrocity. Eu gostei muito de Megamente pois como a Dreamworks faz em todo filme ela alinha a comédia adulta com infantil e isso é muito legal, o 3D vale a pena cada centavo, muitas coisas em evidência e é bom, não é igual ao 3D do Fúria de Titãs aquela merda. A história é muito boa e envolvente e concerteza vai prender as crianças até o fim e vai fazer elas torcerem pelo vilão/herói. Enfim Megamente superou minhas expectativas e leva um 10 com louvor, muito bom e minha dica paara esse fim de semana. Megamente na cabeça, e putz que cabeça tem esse Megamente. Se ele fosse real eu queria dar um "pedala" nele.
Olá galera me desculpem o transtorno das férias pois tive mutios afazeres (hum...) e não tive tempo hábil de postar minhas críticas semanais, bem aqui estou com mais uma crítica atômica, fui ao cinema esses dias para ver Meu Malvado Favorito com meus irmãos. Chegando no Norte Shopping eu vi o cartaz de um filme que parecia bastante promissor de nome A Origem, pensei se o filme seria legal (pois pelo cartaz era...) bem a animação muito boa por sinal e decidi no outro dia ver o trailer.
Rapaz quando eu vi o trailer falei: "- Tenho que ver esse filme!" Voltei correndo ao "Norte" e vi o filme cheio de expectativa e meus amigos só tenho uma coisa a dizer... Christopher Nolan (o diretor do filme) é FODA. O cara é foda por quê todo filme que ele faz é quase que uma obra prima, foi assim com Amnésia, Insônia, O Grande Truque, Batman Begins, Batman - o cavaleiro das trevas (sente o "curriculum" da criança).
Em A Origem ele continua a explorar o que até hoje ninguém teve coragem de explorar a mente humana. Foi assim em Amnésia, Insônia, e até com o Coringa em Batman. E ele aborta isso no campo ilusório dos sonhos, onde tudo é possível. Ou seja o diretor teve total liberdade de criação e conseguir inserir a sua própria dose de surrealismo e loucura que quisesse, sem explicar muita coisa ou ser coerente. Mesmo não tendo essa "obrigação" Nolan consegue fazer uma trama mutio boa e coesa.
O filme fala sobre a hipótese de se fabricar sonhos e contruir mundos alternativos dentro deles (maior neurose) fazendo com que eles pareçam verdade e deixando as pessoas sucetíveis para fornecer as informações.
Leonardo DiCaprio, é Cobb. Um Ladrão de sonhos (não Ladrão de Raios), ele consegue entar na mente das pessoas e roubar informações valiosas, mas foi acusado de um assassinato e só conseguirá provar sua inocência se descobrir a técnica de "entrar" nos sonhos (jovem gafanhoto).
Ele contará com sua equipe para esta missão e ao mesmo tempo é perseguido por um inimigo que só Cobb sabe quem é e de como lidar com ele.
Cenários "mucho" loucos e com muito surrealismo como a cena de luta em uma sala giratória (vocês não estão loucos os caras construiram uma sala que gira cara!), direção de arte mais impressionantes que eu já vi, aliado a uma trilha sonora de Hans Zimmer fazem com que o filme seja uma obra impecável.
E a estética do filme não se sobrepôs ao roteiro e aos personagens cada qual com sua importância no filme, e tenho que falar, só ator fera. Michael Caine, Joseph Gordon-Lewitt, Marion Cottiliard, e por ai vai.
Depois que eu vi o filme, ele ficou na minha mente como Matrix, e saí muito satisfeito vendo que meu dinheiro foi bem visto, dormi meio neurótico á noite, ai ai essas teorias conspiratórias, A Origem leva 6 pontos com louvor (o máximo é 6) e que venha a próxima semana.
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Olá galera, eu venho aqui fazer meu último post antes das férias do blog, irei retornar em duas semanas e vocês viciados em cinema não perderam nada, só vai estrear o ótimo O Bem Amado (23/07) e o filme ruinzinho da Angelina Jolie, Salt (30/07). Então comecemos a crítica, bem pessoas reclamaram que eu não postei na sexta e nem ontem. Caralho a luz caiu e com isso perdi o que eu estava escrevendo no momento. O quê pensar de um filme com Tom Cruise?Ação é claro, e com Cameron Diaz então... (ai papai) bem Encontro Explosivo eu achei que seria um filme cheio de piadas escrotas e clichês de filmes de ação, mas não foi. Eles fizeram algo diferente com esses superstars de Hollywood. O negócio é o seguinte, sempre no filme um faz contratempo ao outro, ele é misterioso e ela é ensolarada e divertida. Roy Miller(Cruise) é um ex-agente da CIA envolvido em mistérios que eu não contarei a vocês(vejam o filme palermas); e ela é uma mulher que nunca teve sorte nos seus relacionamentos(uma solteirona). Eles se esbarram no aeroporto e ficam flertando durante um voo em que coisas estranhas acontecem(já disse vejam o filme) em uma boa sequência de ação e comédia que só perde espaço para as prteriores caras e bocas de "Tomzinho". A partir dali os dois são cúmplices para proteger um objeto que é considerado a fonte de energia infinita(ou seja, a salvação da humanidade) em uma corrida alucinante e pura adrenalina. Deixa a desejar um pouco no roteiro, afinal é um blockbuster, mas tirando isso o filme é uma ótima pedida das férias. Aliados a uma mistura de James Bond com super-efeitos técnológicos e uma trilha sonora boa Encontro Explosivo funciona bem e é um filme que só Mr.Cruise consegue fazer e AH Cameron Diaz(assim, você minha loura, mata o velho). O filme ganha 4.5(o máximo é 6) e boas férias. Siga-nos no twitter @jovens_atomicos e @madureira02.
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